Com a palavra: Claudia Matarazzo
Gente: que o casamento, não é mais aquela sólida instituição já sabemos. Hoje, realmente, seguindo os conceitos vigentes de carreira e vantagem a qualquer custo, o casamento não passa de um negócio como outro qualquer.
Não um negócio declarado e negociado como o era antigamente, quando uniam-se as famílias com o intuito de agregar terras uma a outra e a partir daí criar uma nova família perpetuando o nome e a linhagem. (leia mais)
Com a palavra: Claudia Matarazzo
Há pessoas que realmente não valem a pena. O problema é que só descobrimos isso depois de uma ou várias desfeitas que nos atingem mais do que gostaríamos de reconhecer. O pior é que, vira e mexe, continuamos a encontrar estes indivíduos quando menos esperamos e, evidentemente, não temos a menor vontade de ser sequer civilizados com eles.
Pois não seja. Vire a cara. Melhor: faça como se fossem invisíveis, passe reto, olhe além… Se for o caso, finja que não conhece mesmo e, cinicamente, deixe que terceiros bem intencionados os reapresentem (leia mais)
Com a palavra: Claudia Matarazzo
Com tantos lançamentos no mercado de casamentos é melhor tomar cuidado com certas novidades que são verdadeiras loucuras.
Uma escolha importante é o horário do seu casamento. Li recentemente que uma igreja conhecida por fazer grandes e concorridos casamentos resolveu abrir mais um horário para os noivos: 22 horas. Uma pena que não tenham pensado em horários mais alternativos. Sim, porque já pensou encarar uma cerimônia de casamento numa sexta feira às 10 da noite? (leia mais)
Com a palavra: Claudia Matarazzo
Aline me pergunta o que é que ela deve fazer com uma fulana que anda dando em cima do namorado descaradamente - se ela deve explodir, ou segundo ela diz, “matar ela agora?"
Calma Aline. Passar recibo agora e ainda ficar mal na foto com o namorado não adianta. Antes de mais nada, certifique-se que é mesmo o caso de você tomar alguma atitude ou seja : se ela está invadindo mesmo. Aí, parta para a ação, claro. (leia mais)
Com a palavra: Claudia Matarazzo
Há pouco tempo atrás comentei numa festa que finalmente as tendências da indústria da moda apontam para um corpo mais coberto - ou seja, para a sensualidade adivinhada e não exposta e óbvia como vem acontecendo nas últimas décadas.
Várias pessoas se manifestaram querendo saber como é isso. Pois é: estamos tão desacostumadas ao exercício de seduzir com sutileza que nem sabemos mais como é que é. Mas Marilyn Monroe um dos ícones de sensualidade do cinema e do século 20 sabia. Ela dizia que o corpo era pra ser visto e não para ser coberto. E sabia como ninguém mostrá-lo. Só que a sua idéia de mostrar o corpo era muito diferente da das popozudas e cachorras de hoje - daí seu sucesso retumbante. (leia mais)
Com a palavra: Claudia Matarazzo
Uma amiga me manda uma notícia sobre casamentos colaborativos. Não, não se trata daquele tipo de evento a americana onde cada um colabora levando um prato ou contribuindo com um tipo de serviço. Embora esta não deixe de ser também uma maneira preciosa de “colaborar”...
Essa nova modalidade de casamento é decorrente de dois fatores: as redes sociais e a chegada de quem as usa ao altar. Aí ocorre o seguinte: antes mesmo de contribuir de fato para a festa, o que acontece é que os convidados se envolvem muito antes com os planos e decisões que dizem respeito ao casamento em questão. (leia mais)
Com a palavra: Claudia Matarazzo
Você transa, faz amor, fica, com hora marcada? Pois uma boa parte dos brasileiros sim! Uma pesquisa mostrou que o Brasil é o segundo país no ranking de casais que fazem sexo com hora marcada, ficando atrás apenas da China - é mole?
Assim: na China, nada menos do que 45% dos casais só transa com hora ou pelo menos dia previamente definidos. Já aqui, como somos um país de gente muito espontânea o número cai para 12%. Já é um consolo não? (leia mais)