
Foto: Divulgação Confederação Brasileira de Ginástica
Daiane, que já conquistou tantas vitórias para o Brasil, relata que sempre encontrou incentivo nas pessoas que ama e nos fãs. "A minha família, meu namorado e meus amigos sempre acreditaram em mim.
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A ginasta afirma que o fato de ter conquistado sua primeira medalha, também impulsionou o desejo de dedicar-se totalmente ao esporte: "Sempre tive o pensamento de ir além. Acredito que a medalha contribuiu para continuar a carreira". No entanto, ela revela que não foi tarefa fácil: "Encontramos muitas dificuldades no início da carreira e uma delas é a falta de dinheiro e patrocinadores para conseguir competir. A outra dificuldade é acostumar-se a viver longe de casa e da família".
Embora tenha sofrido algumas lesões no decorrer da carreira, ela garante que isso nunca a fez pensar em desistir. "A lesão faz parte da vida do atleta, porque sempre estamos acima do limite do nosso corpo. Chega uma hora em que ele (corpo) reclama e não aguenta. No entanto, acabamos nos acostumando com essas lesões, pois são decorrentes dos longos e excessivos treinamentos que realizamos."
Para Daiana, o esporte sempre foi um meio social, além de ser o responsável por salvar muitas vidas que sofrem com a renda baixa. "Ele abre portas e oportunidades para muitas pessoas. O esporte é apaixonante e transforma a nossa vida", diz ela, que ainda incentiva outros jovens: "Sempre digo: ‘acredite nos sonhos, piamente, que tudo dará certo. As dificuldades fazem parte e servem para fortalecer o caráter’", descreve.
Sobre o futuro, a ginasta diz que não tem nenhum plano concreto. "Recebi muitas propostas e estou analisando todas. Quero atuar em algo que eu me encontre e me identifique. Verei o que é melhor para mim", finaliza Daiane dos Santos.
Por Stefane Braga (MBPress)
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