Personal Perfumista
Perfumes sempre foram um produto mágico, para fazer sonhar e remeter a lembranças mágicas. Nas últimas décadas e com a industrialização feroz, algumas marcas até então associadas a exclusividade e qualidade começaram a produzir em altíssima escala perfumes com seus nomes.
Funcionava assim: se uma mulher comum não podia ter um vestido Chanel ela poderia, com algum esforço e planejamento, comprar e usar o perfume da marca, sentindo-se assim contagiada por uma pitada de todo o glamour inferido pela grife. Até aí justíssimo. Ganhavam a marca e as mulheres de todo o mundo. Mas o Mercado do Luxo não se contentou com isso. (leia mais)
