
As pesquisas não revelam boas notícias quando o assunto é diabetes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que até 2030 o diabetes atinja 366 milhões de pessoas no mundo.
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Considera-se normal o indivíduo com glicemia (nível de glicose no sangue) menor ou igual a 100 miligramas (mg) de açúcar por decilitro (dl) de sangue, a qualquer hora do dia. A doença é identificada exatamente quando um exame de sangue revela que os níveis de glicemia estão alterados.
O diabetes tipo 1, também conhecido como diabetes insulino-dependente, é normalmente diagnosticado em crianças ou pacientes jovens, cujo pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. No diabetes tipo 1 existe a dependência absoluta de insulina para o controle da glicose, pois existe uma destruição das células do pâncreas.
O diabetes do tipo 2 responde por 90% dos casos da doença e acomete adultos, porém vem aumentando entre os jovens. No diabetes tipo 2, a deficiência de insulina é apenas relativa. O paciente produz a substância de forma insuficiente ou a produz normalmente, mas o organismo tem dificuldades para responder a ela. Essa condição é conhecida como resistência à insulina, e costuma estar associada à obesidade e hereditariedade.
Basicamente, o tratamento do diabetes consiste em evitar a elevação da glicemia no sangue. A insulina é uma substância que ajuda o organismo a usar a glicose para produção de energia. É produzida pelo pâncreas para controlar os níveis de açúcar no sangue. Além de tratamento medicamentoso, é preciso que o diabético adquira novos hábitos alimentares, adotando uma alimentação balanceada e saudável.
Por Flávia Leão Fernandes
Psicóloga - CRP 06/68043
Danielle
postado:
07/10/2009 - 11h42
meu marido tem 28 anos e descobriu que está com diabete,ele gostaria de saber o que é fenomeno lua de mel do DM1.. isso tem alguma coisa haver com diabete?
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