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Na estação mais fria do ano, aumentam os casos de conjuntivite, principalmente a viral, que pode ser transmitida rapidamente em ambientes de trabalho, escolas, creches e meios de transporte. Por isso é preciso cautela com as crianças.
O tempo seco, poluição, baixa umidade do ar e a consequente aglomeração de pessoas em ambientes fechados colaboram para a proliferação do vírus causador da infecção nos olhos.
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Os especialistas recomendam que, ao surgirem os primeiros sinais da doença, que são olhos vermelhos, secreção, lacrimejamento, inchaço das pálpebras, coceira e sensação de areia, ardência e sensibilidade à luz, as crianças parem de frequentar as aulas, o que é primordial para controlar a doença. Neste período do ano é até mais tranquilo, já que as crianças em breve estarão de férias.
Segundo o oftalmologista do Hospital de Olhos Paulista, Pedro Antonio Nogueira Filho, ao primeiro sinal do problema é importante procurar atendimento oftalmológico. "Há vários tipos de conjuntivite e alguns podem apresentar sequelas ou a necessidade de um tratamento mais complexo", diz.
A contaminação acontece pelo contato direto com as secreções pelas mãos, toalhas e outros objetos. "Por isso é importante que o doente seja afastado de lugares públicos para não contaminar outras pessoas", aconselha o médico do H. Olhos.
O tratamento é feito com colírio receitado por um oftalmologista. A prescrição médica é importante, pois cada tipo de conjuntivite (alérgica, bacteriana ou viral) exige um tratamento específico.
Por Carmem Sanches
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