
Depois de trocar olhares, paquerar e bater um papo, você descobre que ele é mais interessante do que imaginava. Um começa a ligar para o outro e, após alguns encontros, vocês decidem namorar.
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Esse relato faz parte da história de Sandra*, de 28 anos, que conheceu o seu primeiro namorado na Igreja que frequenta, isso quando Carlos* tinha 17 e ela 16 anos. "Ele não tinha jeito de gay, mas gostava de dançar, fazer teatro, além de ser bem vaidoso. Também costurava, cozinhava e cuidava da casa. Ele ajudou muito na criação dos irmãos, porque morava apenas com a avó", conta.
Durante o namoro, Carlos chegava a comentar sobre roupas que ela usava, mas nada que fizesse achar que ele era homossexual. "Ele vivia na minha casa, pensava em casar, ter filhos e não tinha tempo para me trair com alguém, então pensei que ele tinha virado gay depois do namoro". E foi justamente o que aconteceu, principalmente por conta do fim do relacionamento, pois Carlos ficou decepcionado ao encontrar Sandra com outra pessoa, um amigo em comum.
"Um dia encontrei um rapaz da Igreja e ele contou que o Carlos era homossexual. Ele me disse: ‘seu ex é mais mulher do que você, vai ver na boate, ele virou drag queen’. Na hora fiquei em choque". Sandra disse que o amigo até falou dia, horário e lugar em que seria a apresentação de Carlos. "O pior é que um dia eu tinha encontrado ele pouco tempo antes na rua e percebi que estava com os braços e as pernas depiladas. Achei estranho, afinal, ele nunca se depilou, aí liguei as coisas, mas não fui até a boate".
Mais tarde Sandra descobriu o seu nome como drag queen e o seu perfil no Orkut cheio de fotos. "Fiquei super triste e cheia de dúvidas na cabeça. Ele tinha se tornado gay ou já era quando estávamos juntos?". E para piorar, a mãe dela também viu as fotos no computador.
Sandra conta que ele a desejava como mulher, além de ser muito romântico. Mas apesar disso preferiu ter uma conversa franca. "Ele me contou tudo, disse que realmente ficou decepcionado em me ver com o amigo dele, que me amava, mas seguiu em frente. E conheceu um cara, começou a se relacionar pela primeira vez com homem. Começou a conhecer redutos de homossexuais e se interessou em fazer shows. Ele até tentou ficar comigo novamente mesmo sendo homossexual assumido. Disse que não tinha se esquecido de mim totalmente. E que me desejava enquanto estávamos juntos. De vez em quando, a gente conversa normalmente, mesmo porque somos da mesma Igreja. Hoje sei que ele está namorando uma mulher e não trabalha mais como drag queen", finaliza.
Histórias semelhantes a de Sandra não faltam por aí, algumas com um final triste. Entre as Vilamigas, Ren Hahn, de 22 anos, conta que um colega de trabalho se revelou ser gay depois de alguns encontros. "No quarto encontro rolou um amasso legal. Sem sexo, mas foi quente. Gostei muito. No dia seguinte, ele veio com uma conversa estranha, pedindo desculpas pois tinha ido longe demais e que eu era muito novinha também. Ele tinha 28 anos. Pesquisando fiquei sabendo de vários trechos do seu passado. E descobri que toda vez que ele tenta ser homem, magoa feio as meninas com quem fica".
Assim como Sandra, a Yasamlau também descobriu que o seu primeiro namorado e noivo, também era gay. Ele tinha um caso com uma pessoa famosa da cidade em que moravam, isso muito antes de estar com ela.
O caso da Vilamiga Suzy foi diferente. Ela chegou a ficar casada por nove anos com um homem e apenas descobriu que era homossexual da pior forma, quando pegou os dois em flagrante. Mas para a sua surpresa, a reação foi diferente. Ela terminou o relacionamento de forma saudável. "Não joguei nada na cara dele, pois estas pessoas também sofrem muito, com o preconceito da sociedade".
Em muitos casos, quando se trata dos primeiros relacionamentos, muitos homens ainda não sabem ao certo a sua opção sexual e experimentam relacionamentos com homens e mulheres. Algumas mulheres se sentem culpadas em não perceber isso, ou ainda, em não ter despertado o desejo no homem. O mais importante nessa história e nunca se culpar, mas sim, tentar compreender a decisão dele.
*Nomes fictícios
Por Juliana Lopes
Juliana, a maré não é simples como possa parecer.
Mas pelo que você escreveu a opção dele é por homens e não por mulheres e homens.
Seu post merece um comentário mais longo, mas me falta tempo, então colo aqui a resposta que dei ao comentário da Rúbia.
Não vai me dizer que você desconhece a existência de um terceiro, conhecido como bi-sexual?
Minha opção é hetero, mas não tenho cabeça fechada não, e não sou preconceituoso.
O Post da Juliana merece um longo comentário, e sem tempo para fazê-lo fica para outra hora, mas voltarei ao Vila Dois.
Não vejo nada demais em ela namorar o rapaz, desde que ele saiba o que quer. Mas pelo estilo, vejo que ele mais a fará sofrer, pois a opção dele é apenas homens e não mulheres.
Também há mulheres que tem opção apenas por mulher, enquanto outras conseguem bem administrar gostar de um homem, com ele viver e transar, e igualmente admite uma mulher, ainda que não permanente com ela.
Tudo é uma questão de conceitos e preconceitos.
Enfim Juliana, por mais sofrido que seja, desfaça a relação e procure alguém no seu padrão.
Boa sorte
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aline
postado:
12/11/2009 - 18h23
acho que nao é o caso de opçao e sim de ser , pois nasci mulher e desde criança me despertava o interesse por meninas , até que na adolecençia conheci um garoto e fiquei com ele durante 6 anos, só que aquele sentimento reprimido continuava dentro de min, foim qnd que por interesse proprio procurei uma garota que era homossexual e fiquei com ela , dai por diante , o meu interesse era somente em mulheres , homens pra hj sao visto como adimiraçao de beleza e amizade nao me interesso por algo diferente.. tenho um relacionamento com uma garota hj há 3 anos , nao digo perfeito , mas sao 3 anos bm vividos e lindooooo.... bjssss a todosss e rubia expandir . se é necessarioooo
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Bem, isso já aconteceu comigo, eu estava tão envolvida e mas cai fora do namorico.
Eu tive um casinho com um rapaz da minha empresa há alguns anos, na verdade não rolava sexo nada disso, era apenas uns beijinhos e uma boa conversa, mas eu ja estava gostando do garoto e ai um dia vi uns e-mails dele para ele, ppor que o setor dele não tinha computador e ele pediu para eu ler por telefone para ele.
Eu eu achei estranho que o e-mail dele era sempre vazio, não tinha referencias de mensagens antigas nem novas e foi ai que um dia eu, que um cara dos Estados Unidos havia respondido o e-mail dele dizendo que ele era um gato e que aceitava se relacionar com ele sim (estava em inglês) dali, eu não consegui ficar mais com ele e deu um forinha básico.
Não pelo fato dele ser gay, mas por se relecionar com outras pessoas estando comigo.
mas confesso que foi estranho
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LÚCIANE
postado:
29/10/2009 - 16h47
Olá. Namoro a quase 7 anos com um rapaz e estamos noivos a 1 ano iremos nos casar em dezembro ele foi o meu primeiro namorado. Ele tem 26 anos e eu 21 anos nos amamos muito mas desconfio que ele tem algum genero gay, ele tem tres irmaos homens e por ser o mais novo sua criou como se fosse mulher, cheios de vontades e muito mimado. Tudo não gosta.. beijar so se for selinho, ficar abraçando ... e diz que e o jeito dele. Ele tem um primo que e gay assumido e muito bem sucedido, milionario e sempre que nos encontramos em festa de familia ele persiste em conquistar o meu namorado em vários episodio ja colocou amigo dele para dar de cima de mim para ele poder ficar com meu noivo. Mas o meu noivo nunca me deu motivos para desconfiar que ele e homossexual mas tenho muito medo de no futuro ele se auto revelar. Acredito eu que tudo se inicia na base Familiar.
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postado em 03/11/2009 - 12h34
por fatima
olha, nao espera o casamento para descobrir, tenha uma conversa franca com ele já, eu acho que nem ele se tocou. Nao é para dar uma bronca, mas para abrir os olhos dele. Seja amiga, se vc o ama, de a ele a confiança de se olhar no espelho e se ver como ele realmente é. Mtos homens nao se tocam, porque nao aceitam, mas essa de so dar selinho... me poupa, né, sexo vem da natureza, nao é pra ser cafa, mas se ele te quer, vai querer mais que selinho !! procure ler artigos de psicologia. às vezes o explo dos pais, mais que a influencia da casa, as vezes o pai é submisso à mae, mae com personalidade muito sufocante, ou 300 outros motivos. nao case na duvida, va a um psicoterapeuta. senao, um dia , vai ter que ir a um advogado ou vai ser uma esposa frustrada.
postado em 30/10/2009 - 14h30
olha é uma situação complicada, igual vc diss a base familiar é o inicio, mas não seja precipitada, tenha paciência, pq sabe-se-la Deus como foi a educação dele..... mas após o casamento vc pode colocar ele nos eixos, e vê se não vai ser vizinha da sogra heinnn....
Boa tarde Meninas!
Vocês tem olhos clínicos, sabem escolher, quem escolhe não é o homem é a mulher! Na verdade só depois dquela pegada é que saberá o que está ao seu lado.
Eu amo mulher! Aqui em SP preciso mesmo é de arrumar uma que queira muito carinho, que goste se ser beijada, acariciada, tratada como uma verdadeira Dama, que tenha falta disso com seu companheiro ou que esteja só, às melhores mulheres são as má amadas. Ter uma baixa dessas é muito ruim, doloroso. Mais ficar por ficar sem carinho sem se sentir mulher mesmo na obrigação de estar casada...
Um grande beijo a vcs que são maravilhosas!!/rubensdepaula@yahoo.com.br
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Lu
postado:
29/10/2009 - 10h03
Eu acho que nesta historia de gay tem muito a ver com a criação dos pais. Muitas vezes os pais querem tanto um menino, e quando nasce uma menina eles a tratam como se fosse um menino e vice versa. Não tenho nada contra os gays, até admiro eles. Um amigo gay é melhor que qualquer amigo comun.Os pais é que devem criar melhor seus filhos.
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postado em 05/11/2009 - 23h45
por Marcos
Desculpe a correção, mas seria homossexualidade, pois homossexualismo tem uma conotação mais pejorativa e patológica
postado em 05/11/2009 - 15h11
por Marcos
Cuidado para não patologizar a homossexualidade. Culpar os pais é até covardia. Não há culpa, é uma característica latente e nata (opinião compartilhada por inumeros profissionais). Peço apenas que entendam que ser algo que é rejeitado pela sociedade faz com que o homem tome atitudes mais aceitáveis socialmente até entender que ele deve viver sua vida, se respeitando e se aceitando. Um abraço, Marcos Graduando de Psicologia
postado em 01/11/2009 - 12h48
por Juliana
Lu, Já fopi comprovado que o homosexualismo é genético, portanto, em nada interfere a criação dos pais. Até porque se fosse uma opção, muitas pessoas não a fariam, pois passam por diversas situação preconceituosas.
Priscila
postado:
29/10/2009 - 09h42
Passei por uma situação destas, mas ao contrário..eu falei para o meu namorado na época q eu era homossexual..
Ele levou da melhor forma possível, foi super compreensivo, não me falou abobrinhas e somos amigos até hoje.
Eu creio q se vc tem uma orientação pra algo, não adianta se esconder ou negar seus desejos e necessidades.. Pode ficar tentando disfarçar, mas isso é somente atrasar sua felicidade e a do outro...
Se vc tem a coragem de mentir e se esconder para si mesmo, então vc terá coragem de se mostrar para o mundo tbm.
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Alberto
postado:
29/10/2009 - 09h32
Homem é Homem...menino é menino....macaco é macaco...e viado é VIADO...
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Marcelo
postado:
29/10/2009 - 09h28
"Ele não tinha jeito de gay, mas gostava de dançar, fazer teatro, além de ser bem vaidoso. Também costurava, cozinhava e cuidava da casa. Ele ajudou muito na criação dos irmãos, porque morava apenas com a avó"
.
.
Ela que foi muito burra....só com essa descrição eu teria certeza que o cara é fornecedor de roela!
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Aline
postado:
29/10/2009 - 09h20
Vc é muito preconceituosa...devia fazer terapia, uma pessoa para estar na NET às 6h56min, falando abobrinhas, tem q se tratar!! Ou vc é muito ignorante mesmo para não entender do assunto!!
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iuri palma
postado:
29/10/2009 - 09h17
Sou gay assumido completamente perante a patria, familia e sociedade, e conheço várias histórias assim. Infelizmente tenho a tendencia de culpar mais os gays não assumidos do que as mulheres "enganadas". Mas sei que o buraco é mais embaixo, pois varios destes gays sofriam uma pressão gigantesca para se mostrarem heteros e acabaram por "usar" as namoradas e/ou esposas. Mas acho que não se justifica este tipo de coisa. Nao sei, o assunto é polemico. Pena que nossa sociedade não aceite a natureza das pessoas.
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daniel
postado:
29/10/2009 - 09h17
Olha a Rubia em parte tem razão. Sexualidade de fato não é opção, alias esse termo tem uma série de preconceitos embutidos em si. Por outro lado não concordo com a Rubia quando ela diz que ou você nasce homem ou mulher. Sexualidade é uma coisa gente, identidade de gênero é outra, e homem e mulher é muito pouco pra definir generos. Existem diversos estudos atualmente que procuram entender identidade de gênero como uma construção social, e de fato é, e continuar nessa tentiva de ver o mundo através desse binarismo masculino/feminino em nada ajuda as pessoas, pelo contrário acaba criando mágoas como as descritas no artigo.
Sobre o artigo, ele é pobre e embuido de preconceitos. A pessoa que o escreveu fez um desfavor a humanidade. Drama todo mundo tem, agora cade a sensibilidade pra tratar o drama dessas pessoas e dos outros envolvidos? Pq ela nao foi entrevistar esses homens que também sofreram com esse processo? Pq continuar reproduzindo o preconceito na fala das entrevistadas ao invés de ir mais a fundo e descobrir os processo que geram esses preconceitos?
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Ricardo
postado:
29/10/2009 - 09h17
Namorei durante seis anos com uma mulher, não queria ser apontado pela sociedade, mais não rolava tão bem quanto rolava com um cara, então de vez enquando eu tinha que dar umas escapadas, eu lutei porque não queria ser Gay, isso a gente não escolhe, até que conheci um cara, por quem me apaixonei, criei coragem e terminei, sofri muito pois eu a amava, mais não tinha mais tesão por mulheres, não contei nada pra ela, até que o tempo passou, e criei coragem e tive uma conversa franca com ela, e contei tudo, pois ela já havia ouvidos vários boatos, ela ficou chocada, mais me entendeu, disse a ela que eu só queria ser feliz e que ela tb fosse, pois eu jamais faria ela feliz... Hoje ela casou, tem uma filha linda, tenho um carinho enorme por ela, conversavámos muito, mais o marido dela sempre teve ciumes de mim, e nunca deixou que ela se aproximasse de mim, só nos apróximamos escondidos, depois do casamento só a vejo bem de vez enquando, e eu continuo com o mesmo cara e isso se passaram 11 anos...Não sou completamente feliz, mais deixei que ela fosse...
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postado em 19/11/2009 - 10h17
por Ricardo
Obrigado! Sei que fiz o que era certo, hoje em dia não sou mais amigo dela porque o marido dela morre de ciumes de mim, isso que eu já falei pra ele que eu não gosto mais de mulheres... Mas fico feliz em saber que eles estão bem, no dia do casamento dela, eu fui convidado, e meu irmão foi o padrinho dela, eu não fui no casamento, pra não causar nada que estragasse o dia dela, mas eu fui ve-la vestida de noiva...onde ela estava se arrumando, foi emocionante, os olhos dela se encheram de lágrimas, e me deu um super abraço. Era nosso ultimo momento...sai de lá, pensando poderia ser eu. Mas na certeza de que fiz a coisa certa...
postado em 12/11/2009 - 21h18
por Moll
Parabens pelo teu carater e pela pessoa que tu é. Relatos assim me fazem acreditar ainda no ser humano. Felicidades!
postado em 03/11/2009 - 12h45
por fatima
puxa, ao ler o que vc escreveu, pensei, esse cara é mais macho que muito comedor solto por ai ! vc foi muito 10 ao terminar, ao inves de manter as aparencias, foi muito homem de assumir o outro relacionamento e sobretudo foi muito gente por deixa-la ser feliz. parabens pela sua conduta acima de tudo. espero que um dia, nao importa onde ou com quem, vc encontre a felicidade completa !
emo
postado:
29/10/2009 - 09h13
"E foi justamente o que aconteceu, principalmente por conta do fim do relacionamento, pois Carlos ficou decepcionado ao encontrar Sandra com outra pessoa, um amigo em comum."
A safada pelo visto traiu o cara, nao tinha nem q ficar indginada. Mulher sem-vergonha.
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postado em 29/10/2009 - 09h55
por Jack
Olha Emo, a tal da Sandra é uma sem vergonha sim. Mas a questão dele ser gay não é pq ele viu ela c outro não. Qdo uma pessoa se rotula como gay, isso vem lá da sua infância, ele nasce gay, ou bissexual. Pode procurar saber se qdo ele era criança, se ele sentia atração pelo seus coleguinhas, tocava partes íntimas, coisas desse tipo. A verdadeira estória é que ele assumiu que era gay depois dessa decepção. E como conta a matéria, agora ele está casado com uma mulher. Você pode ter certeza que ele continua encontrando-se com homens, vestindo calcinhas e tudo mais.
mateus
postado:
29/10/2009 - 09h04
sou hetero mais homem quando da p/ ser muito bonito delicado e coisa e tal e tudo bicha sai fora e vcs mulherada comecam a olhar os homens mais feinhos pois esses podem dar prazeres que vcs nao esperaria de uma cara mais comum vamos dizer assim
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Raquel
postado:
29/10/2009 - 08h33
Olha gente! acho que cada um escolhe seu parceiro, eu adoro homem! não curto homossexualismo! mas não tenho absolutamente nada contra e muitomenos que criticar as pessoas que não são heteros! Eu só critico aqueles que não assumem sua sexualidade por medo ou preconceito! Se vc ama, é feliz...vá em frente, Viva a sua vida
Abraços a todos os seres humanos que amam sem preconceito
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Fernando
postado:
29/10/2009 - 07h58
Eu acho uma graça essa estória de 'pessoas boas e tolerantes'! Pessoal atenção: ou vc nasce bom e tolerante ou não, não existe 'opção'!!!!!!!
Pelo visto Rubia você não nasceu boa e tolerante.
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Rogerio
postado:
29/10/2009 - 07h50
Rubia, vc. pensa assim porque está olhando o mundo apenas sob sua perspectiva, não sendo bissexual, acha que ninguém no mundo pode ser, então a graça está na visão estreita e limitada do seu chamado de atenção!
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Rubia
postado:
29/10/2009 - 06h56
Eu acho uma graça essa estória de 'opção sexual'! Pessoal atenção: ou vc nasce homem ou nasce mulher, não existe 'opção'!!!!!!!
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postado em 13/11/2009 - 08h46
Não vai me dizer que você desconhece a existência de um terceiro, conhecido como bi-sexual? Minha opção é hetero, mas não tenho cabeça fechada não, e não sou preconceituoso. O Post da Juliana merece um longo comentário, e sem tempo para fazê-lo fica para outra hora, mas voltarei ao Vila Dois. Não vejo nada demais em ela namorar o rapaz, desde que ele saiba o que quer. Mas pelo estilo, vejo que ele mais a fará sofrer, pois a opção dele é apenas homens e não mulheres. Também há mulheres que tem opção apenas por mulher, enquanto outras conseguem bem administrar gostar de um homem, com ele viver e transar, e igualmente admite uma mulher, ainda que não permanente com ela. Tudo é uma questão de conceitos e preconceitos.
postado em 29/10/2009 - 08h17
por Andreia
Rúbia, eu diria mais, eu diria que ou a pessoa nasce com atração pelo sexo oposto ou pelo mesmo sexo. Porque é inegável que ser gay é um instinto
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