Que caminho seguir?
Nunca tive muita certeza quando me fazia essa pergunta, mas ultimamente ela parece me perseguir. Sei que não estou na carreira que gostaria mas também (leia mais)
Nunca tive muita certeza quando me fazia essa pergunta, mas ultimamente ela parece me perseguir. Sei que não estou na carreira que gostaria mas também (leia mais)
Sabe a máxima de que a primeira impressão é a que fica? Pois é, ela fica mesmo. Alguns estudos apontam que em 30 segundos você é capaz de formar uma lista de impressões completa sobre o caráter e a habilidade da pessoa observada. Assusta mais se você pensar que os estudos valem também para aqueles que lhe observam, certo? (leia mais)
Com o final do ano, o funil das coisas que precisam ser realizadas parece que aperta mais. São muitas atividades, sociais e profissionais, e tudo está agendado para a mesma hora. As festas de encerramento se confundem com o fechamento das metas do ano. A compra dos presentes ocupa um espaço que não existe na agenda. As crianças estão de férias, o calor agonia. E o estresse, claro, aumenta. (leia mais)
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O "sexo frágil" a cada dia consegue um destaque maior, além de seu lugar de mérito no mercado de trabalho, não dá para discutir. E mais do que isso, vem crescendo tanto em todas as áreas, que muitas mulheres conseguiram chegar ao topo, assumindo cargos e papéis de liderança que antes não faziam parte do mundo feminino. (leia mais)
Recentemente me deparei com uma imagem emblemática e muito significativa de uma época do feminismo, o pôster chamado Rose the Riveter. Para quem não se lembra, a imagem foi um ícone do feminismo durante a Segunda Guerra Mundial. O poster trazia o desenho de uma mulher com a frase "We can do it", em português "Nós podemos". (leia mais)
Desde que o homem impôs seu domínio sobre as mulheres, a luta feminina por liberdade e igualdade sempre foi árdua. Mas elas provaram, historicamente, que é possível superar as diferenças e conquistar espaço com honras. Hoje, competem de igual para igual, em diversos mercados. Inclusive no mundo masculinizado dos vinhos. (leia mais)
Tem quem goste de ser subordinado, não precisando se preocupar com o pagamento dos funcionários, ter data marcada para receber, ter o serviço sempre certo para fazer e alguém para ditar as regras. Outros preferem serem chefes, mandar, questionar, ensinar. E no meio desses, há quem prefira a autonomia, cuidar de si e do seu próprio nariz. (leia mais)