
São vários os motivos para aquela dor chatinha nas costas que muitas vezes incomoda e compromete a nossa rotina. A principal delas é a lombalgia, um desconforto que afeta a região inferior da coluna vertebral (que vai da última costela até o início dos glúteos) e aparece em destaque no ranking das reclamações.
Se as dores vierem acompanhas dos chamados sinais de alerta é preciso atenção redobrada.
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Outra situação comum é quando não há razão aparente para o incômodo. Segundo o cirurgião, neste caso trata-se da lombalgia mecânico-postural. Os pacientes buscam uma razão 'física' para suas lamentações e não encontram nada. Cristante explica que as dores não estão relacionadas a desvios ou a algum tipo de lesão, mas sim a vícios de postura que a deixam sobrecarregada constantemente.
“Quem sofre de dor nas costas não se senta nem se levanta corretamente, não dorme em colchão adequado ao seu peso, levanta objetos do chão dobrando a coluna e não os joelhos, estica-se todo para colocar os objetos em prateleiras ou em armários e executa tarefas diárias em má posição”, explica.
O excesso de peso é outro inimigo. Obesidade e outras alterações musculares levam à sobrecarga dos discos intervertebrais. O especialista também cita outros fatores, como depressão e estresse. Eles não permitem o relaxamento voluntário dos músculos levando a compressões importantes nas raízes nervosas que emergem da coluna vertebral.
Seja qual for à razão das dores nas costas, o tratamento sugerido geralmente é dividido em duas fases. “Na fase da dor aguda, o médico vai receitar analgésicos e antiinflamatórios, fisioterapia convencional e outros métodos. Também é recomendável a Reorientação Postural Global (RPG), hidroterapia, condicionamento físico ou ainda o auxílio de um nutricionista e psicólogo”, aconselha Cristante.
Fonte: MB Press
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