Pais separados, duas casas, dois quartos, algumas vezes duas vidas...Privar a criança da convivência do pai ou da mãe é sem dúvida a pior situação, mas criar dois ambientes distintos para a criança também não é uma tarefa fácil para a criança administrar.
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A criança pode adorar a idéia de ter brinquedos diferentes nas duas casas, presentes fora de hora, duas festas de aniversário e passeios todos os finais de semana, mas se essa não era a rotina da criança anteriormente, os pais estão criando um mundo de conto de fadas com um final infeliz...
A prioridade nesse caso é que a alteração de comportamento dos pais em relação aos filhos seja a menor possível. A criança terá que se adaptar a ausência momentânea de um dos pais, a encontrá-los separadamente e até a conviver com madrasta, padrasto e meio-irmãos, mas querer que a criança administre posturas diferentes dos pais do tipo, em uma das casas dorme-se a hora que quiser, come o que quer, vê televisão o dia inteiro, recebe-se presentes em todas as visitas, apesar de arrancar lindos sorrisos dos pequenos é sem dúvida o caos!
Fará da vida da criança algo confuso e manipulador, ensinando-a a conseguir tudo o que quer. Ela certamente conseguirá de um lado o que o outro a negou, extinguindo o não de seu vocabulário e tornando-a interesseira e oportunista.
Não caia nessa armadilha e continue consciente no seu papel de pai ou mãe, independente do estado civil de vocês! A boa educação, o respeito e os limites, são o que tem de melhor e que se você pode realmente ensinar e exigir dos seus filhos!
Michelle Maneira é pedagoga, com pós-graduação em psicopedagogia e especialização em tecnologias educacionais, professora de educação infantil da rede pública.
Rosimere Ferreira da Silv
postado:
19/07/2009 - 20h05
Sai de casa ,pois nao aguentava mais as bebedeiras do meu ex e as gressooes que eram constantes.
Meu filho de 17 anos nao aceita sair de casa,e minha filha de 13 anos esta sendo alvo de disputa entre eu e ele.
Ele so vive na rua e qd chega em casa ,ja esta caindo de bebado a menina vive largada pela rua qd chego do serviço,corro para ve la.
Preciso de uma direçao do que fazer,estou perdida.
Ele tem um salario razoavel,ja eu sou assalariada e nao quero que minha filha passe nescessidades.
O que faço?
Anteciosamente obrigado.
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Mas não é tão difícil assim, mas agir com naturalidade e sempre com diálogos sinceros entre os pais é o mais indicado .Minha filha passou a infância entre casa de avos paternos e maternos mas em rotinas muito parecidas , em momentos bastante diferentes de quando vivia em família com pai e mãe, como tudo era muito novo tanto para o pai quanto para mim , fizemos de tudo para manter o vínculo aos finais de semana e aos encontros familiares e principalmente entre pai e mãe que não tinham mais a relação de casados. Posso afirmar que ainda estamos em pleno aprendizado , meu ex marido casou-se novamente e teve um outro filho , onde faço questão de ajudar minha filha a entender o quanto seu pai encontra-se Feliz em sua nova realidade .Isso é o mais importante para todos Nós .
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FUI SEPARADA DO MEU PRIMEIRO MARIDO COM QUEM TENHO UMA FILHA E ME CASEI COM UM HOMEM MARAVILHOSO QUE DA CARINHO E ATENÇÃO PARA MINHA FILHA QUE TEM 6 ANINHOS.POREM O PAI DELA E A AVÓ PATERNA FICAM FAZENDO CONFUSÃO COM ISSO.EU Ñ SEI COMO DA COM A SITUAÇÃO .MAS DEMOSTRO AUTORIDADE E PERMITO QUE MEU ESPOSO TENHA SIM UMA OTIMA CONVIVENCIA COM MINHA FILHA.
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