Trabalhar ou não trabalhar? Eis a questão que ronda muitas mães que têm uma carreira profissional. Nem todas as mulheres podem se dar ao luxo de fazer esse questionamento, mas muitas que podem, vacilam diante dessa questão. E várias vezes o vacilo vem por causa dos filhos. Ou melhor, pela separação compulsória entre mãe e filho provocada pelo fato da mãe ter que sair de casa e ir trabalhar.
Eu mesma já me fiz várias vezes esse questionamento.
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No meu balanço pessoal acho que o caminho é esse mesmo. Sinto que esse é o modelo de mulher que quero passar para eles. De alguém que trabalha e batalha por suas coisas. Que busca crescer e evoluir sem deixar de estar perto deles. Posso não estar junto deles em todos os momentos, mas tenho certeza de que eles sabem que eu estou por “perto”. Trabalhar não me faz uma mãe pior do que outras.
Acreditem: trabalhar vale a pena! Por nós e por nossos filhos.
Cecília Russo Troiano é psicóloga, sócia-diretora da Troiano Consultoria de Marca e autora do livro “Vida de Equilibrista”. Casada e mãe de 2 filhos, ela afirma que é mãe equilibrista, vive sua vida tentando equilibrar “pratinhos”.
Email - cecilia@troiano.com.br
Venda do seu livro pelo site www.vidadeequilibrista.com.br
Não sei o que acontece comigo mas falta coragem...
Só de pensar em deixar meu filho fico triste demais.
Tenho que voltar para o trabalho, meu filho tem 4 meses só mama no peito.
Só que estou confusa...
Pois planejei ser mãe, e não entendo porque dói tanto ter que deixa-ló...
Não sei o que fazer...
Se voltar ao trabalho perco todas as novidades do meu filho, pois posso não estar quando ele falar a primeira palavra ou o primeiro passo...
Já por outro lado para garantir um futuro melhor a ele preciso de trabalho.
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Nem consigo conceber meu pensamento de outra forma. Trabalhar e exercer a minha profissão foi algo que optei desde que entrei para o colégio, depois para a faculdade....não poderia ser diferente. Os meus 3 filhos são também uma opção consciente e foram todos muito desejados.
Estive com eles o tempo que precisei e o tempo que quis, e neste ponto sinto-me privilegiada!
Eles sabem que o meu trabalho é muito importante e acho que sabem que é assim que tem que ser.
Tenho uma profissão e dirijo uma empresa vocacionada para crianças, logo eles estão sempre por perto fisicamente.
Em pleno século XXI questiono como se sentirá a mulher que optou por ficar com os filhos, quando eles crescerem e seguirem seus caminhos.
Cumpre-me dizer que sou filha de uma grande MULHER que optou pelos filhos e não se arrependeu, mas que sofreu muito quando sentiu o vazio e o silêncio em sua casa.
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Engraçado que este tema foi discutido no dia de ontem pelo canal GNT no programa chamado Happy Hour, com veiculação sempre as 19:00 horas.
Tema igual e debatido também.
Na verdade, nao so a questao dos filhos mas sim das maes que sao equilibristas ou que tem vário prato rodando no ar ao mesmo tempo, em um ritmo de tempo muito curto.
Nao sou casada, e também nao tenho filhos, ainda.
Mas partilho do mesmo pensamento.
Fui criada assim, durante toda a infancia eu eu minha irma iamos a escolinha e acordavamos sempre as 06 da manha, no ritmo de mamae que ia trabalhar e nos deixar na escola, e no retorno era direto da escola para o hospital, ficar com ela até o fim do plantão.
Entao, mesmo sem filhos, reconheco que o trabalho tem um poder de dignificar homens e mulheres, alem de dar valores e nocoes sobre a vida aos filhos.
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Quando meu filho nasceu eu estava no último ano da faculdade, ele nasceu em janeiro e em março já estava eu estagiando durante meio período. É claro que tive apoio da família e de uma babá, mas fui até o final, não desisti. Ao terminar a faculdade, depois de 6 meses iniciei uma pós-graduação, trabalhando inclusive. Hoje meu filho tem 6 anos e eu trabalho, faço mestrado, cuido dele e de outras mil coisas sozinha e somos uma família muito feliz. Meu filho sabe o quanto é importante estudar, trabalhar e valoriza isso tanto em mim quanto em meu marido. E quero que ele cresça também seguindo esse exemplo, sabendo do esforço que é trabalhar, estudar e cuidar da família com o mesmo amor de sempre. Mas que é fundamental para nos tornarmos pessoas úteis e felizes.
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