
O novo projeto de lei que pretende proibir que adultos usem palmadas para punir as crianças e adolescentes está dando o que falar. Desde que o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a proposta e a enviou ao Congresso, mães, pais, psicólogos, pedagogos e educadores têm se posicionado diante da possibilidade de aprovação da ideia.
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A justificativa para a proposta de atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente é que a medida possa diminuir os casos de violência contra menores, que muitas vezes acontecem dentro das casas dos pequenos, tendo os pais como responsáveis por abusos.
A pedagoga Maria Fernanda da Fonseca explica que bater realmente não traz resultados positivos na educação dos filhos. "O processo de educar não pode ser violento, pois a resposta também poderá ser a mesma, uma vez que ensinar envolve uma aprendizagem e o modelo nesse caso é muito importante."
De fato, a mentalidade e os valores da sociedade moderna passaram por diversas mudanças desde os anos 1970, e a ideia de que pancadas vão fazer uma criança ou adolescente ser melhor parece mesmo ultrapassada.
Por consequência, temos pais mais conscientes. Michele Patrício do Nascimento tem uma filha de três anos e conta que já perdeu a paciência com a menina: "Uma vez, ela respondeu para mim. Eu dei uma bronca, falei firmemente com ela. Como não adiantou, coloquei-a de castigo, mas não bati". A vendedora se diz contra a violência e a favor de uma educação genuína, que vem de dentro dos lares.
Porém, Michele não concorda que exista uma lei para proibir os pais de darem "palmadinhas" e "beliscões" em seus filhos. O problema, segundo ela, é que podem surgir denúncias exageradas de um vizinho que tenha visto uma criança chorando sem necessidade, por exemplo.
A atendente Gesmair Ferreira dos Anjos, mãe de três moças, concorda com a vendedora e acrescenta: "Quem tem que dar educação para o filho é a mãe. Quando ele a enfrenta, responde ou não obedece, pode sim levar uns ‘tapinhas’". Para ela, os responsáveis devem apenas ter atenção para não machucar o pequeno.
Até os especialistas admitem que, de vez em quando, é preciso castigar as crianças e adolescentes, mas sem exagerar. "Quando chega ao estágio do castigo, é sinal de que o diálogo não foi suficiente, portanto o castigo adequado - sem violências - é necessário para que se estabeleça um limite entre o desejo e a possibilidade. Com isso, os pais mais uma vez usam de uma ação para educar", afirmou Fernanda.
Esse é o caso de Kyung Hee Suh. A arquiteta e mãe de um adolescente lembra que recorria ao castigo sempre que o filho não a ouvia. "Quando ele era pequeno, eu o deixava no quarto sem poder assistir televisão e o mandava pensar. Agora que ele cresceu, procuro conversar ao máximo para que entenda por que determinado comportamento não é bom para ele."
Mas, assim como as outras mães, Kyung defende as "palmadinhas para mexer com a moral do pequeno" e acredita que o Estado deve interferir na criação de uma criança apenas quando houver agressão ou violência.
"Quando minha filha não obedece, falo com ela três vezes. Se não adiantar, dou uma palmadinha de leve, e ela sossega", disse a dona de casa Jacqueline Serafim, mãe uma menina de nove anos.
No entanto, Jacqueline admite que a lei possa amenizar a situação de pequenos que vivem com pais violentos: "Já vi gente batendo nos filhos com vassouras, para machucar mesmo. Talvez, se houver uma lei, essas pessoas fiquem com medo e pensem antes de tocar numa criança".
Para Fernanda, os menores já são protegidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, já que, mesmo antes do novo projeto de lei, o Estatuto já previa punições a quem maltrata os pequenos. O que falta mesmo, segundo ela, são atitudes práticas. "Talvez o Governo ajudasse mais com ações efetivas na proteção da criança e do adolescente no Brasil, em vez de criar mais leis."
Por Priscilla Nery (MBPress)
eu não concordo com espancar os filhos mas existem momentos que é preciso dar umas palmadinhas e DEUS deu altoridade pra os pais educar os filhos e não as leis de homens com o meu direito de expressão é o que eu acho
LEI DA PALMADA.
Ao que parece estamos caminhado para uma vitoriosa e indiscutível forma de "educar nossos filhos". Que é a de proteger, por decreto-lei, as crianças em relação aos pais que as querem educar através de agressões físicas.
Num passado poderíamos até compreender tais agressões como um instrumento de correção e doutrina, isso em razão de não existir informação inerente para aqueles que só encontravam nas palmadas, castigos severos e psicológicos uma forma inequívoca de passar bons ensinamentos e comportamentos pessoais e sociais.
Porém, nos dias de hoje essas informações e formações jorram por um imenso manancial de conhecimentos qualitativos.
Até porque se "palmadas de amor" educassem sem efeitos colaterais e nocivos, não haveria lágrimas daqueles que a recebem.
Pois, quando um pai ou mãe opta pela agressão, esta – subtextualmente – agredindo sua própria ausência de sensibilidade e incompetência de amar, verdadeiramente, seu filho (s).
Uma reflexão aos pais que acreditam na imposição da violência..."Se teu filho nascesse sem os braços ou as pernas, você agiria dessa maneira, ainda sim?
Cecél Garcia
Meu Pai sempre me corrigiu com algumas palmadas... não me tornei violento, nem bandido com isso. Detalhe cresci em um bairro violento aqui na minha cidade. Porem depois de 10 anos pra cá... Quando Psicólogos e Políticos começaram a entrar dentro dos nossos lar com pretexto de ajudar as famílias só o que vejo são filhos violento, drogados e um monte de Pais perdidos desesperados sem saber o que fazer ...se uma tapinha transformasse alguém em bandido nos só teríamos bandidos no mundo... Porque todo mundo que teve uma boa educação já levou alguns tapinhas também. E pode crer, eu fui um desses. e agradeço meu Pai e Minha Mão por isso...
LEIA DAS PALMADAS!
A Bíblia diz:
- ·PROVÉRBIOS 13:24 - Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga.
- ·PROVÉRBIOS 22:15 - A estultícia está ligada ao coração do menino; mas a vara da correção a afugentará dele.
- ·PROVÉRBIOS 23:13 - Não retires da criança a disciplina; porque, fustigando-a tu com a vara, nem por isso morrerá.
- ·PROVÉRBIOS 29:15 - A vara e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe.
Mas a Bíblia também diz:
- ·PROVÉRBIOS 19:18 “Castiga a teu filho, enquanto há esperança, mas não te excedas a ponto de matá-lo”.
A Lei já está pronta há séculos. É só ler a Bíblia.
Acho absurdo que o governo tenha uma proposta para se meter desta maneira na vida das pessoas. Minha mãe nos educou assim, e não tenho nenhum tipo de mágoa dela por isso. Acho que mereci cada palmada, beliscão e td mais. Em alguns casos os pais não vão poder bater, mas deixarão esta função para que amanhã, quando seu filho fizer algo que atinja o Estado, apanhe dos policiais militares na cara...
Não concordo com esta lei. Mais uma vez os inocentes estão pagando pelos criminosos. É mais uma lei que só ficará no papel, pois a polícia não pode ver o que acontece dentro das casas. Acho que essa lei só foi criada pra dizer que aprovaram alguma lei que atingisse o povo diretamente. É estranho pensar como a Constituição brasileira já teve tantas mudanças, tantas emendas, enquanto a dos EUA é a mesma desde sua independência! O problema não está na quantidade de leis, mas sim na abrangência e no cumprimento de poucas e necessárias. Como a moça diz na reportagem: essa lei já existe, mas como muitas outras, fica esquecida no Estatuto.
Eu nao concordo com essa lei, pois isso só fará com que os pais fiquem refens de seus filhos. Umas plamadinhas nunca fez mal a ninguem. Hoje voce nao pode mais, ai sabe o que vai acabar acontecendo...os pais nao podem discilinar o filho e a policia é que vai poder...leiam a Biblia pais...a lei de Deus nao proibe as palmadas, mais deixa claro a questao de vc nao espancar a criança, leiam provérbios, fala sobre isso
É um absurdo esta nova Lei pois os pais serão colocados contra os proprios filhos, ainda não tenho filho, mas tenho colegas que são agredidas pelos proprios filhos menores de cinco anos. Será o que acontecerá com a criança nada, mais com os pais serão expostos para a sociedade e presos. Que identidade tera esta crinaça no futuro, quem ela obedecerá. Se os pais estão perdendo até a autoride com eles. Dicerto será um problema agravante para a sociedade futura.
Quando criança apanhei, minha mãe tbm assim como todos meus antepassados que tenho conhecimento. O mais importante é saber tbm dar AMOR. Saber dividir o nosso tempo e guardá-lo para decicá-lo a nossa família. Graças a Deus que que tive uma família que sabia impor limites em minhas atitudes, hoje sou uma pessoa direita e nunca me revoltei por ter sofrido umas correções.
O estado mal nós oferece uma boa educação e agora que vir nos introduzir conceitos de pedagogia?
“Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno.” (Provérbios 23:13,14).
“A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe” (Provérbios 29:15).
Para mim não existe sabedoria maior do que essa e isso para mim é o que basta...
O contraste de filhos que são corrigidos pelos pais, e os que levar correção da POLICIA é notoria meus queridos..Uns tão vivo(correção pelos pais) e os outros só Deus sabe aonde estão roubando ou interrado....A vida é feita de escolhas.
Ensina seu filho no caminho que deve andar,pois quano for velho nunca se desviar..
O lula nem pai tem...
Não sou a favor de tapas, pois muitos pais, na hora das palmadas, perdem o controle e acabam batendo mais do que deveriam, deixando ematomas e traumas nos filhos, podendo trazer revoltas futuras. Mas temos que pensar também que a maioria dos pais têm filhos mas não tem estrutura psicológica para cria-los. Não sabem conversar, não sabem castigar, gritam e agridem verbalmente. As vezes, palavras "machucam" muito mais do que as proprias agressões físicas. E assim, não tendo o controle da situação, psicologicamente falando, muitos pais ficariam desorientados e poderiam até tornar-se vítimas dos próprios filhos. É muita coisa para se pensar. Querem aplicar a lei pensando somente naqueles que tem estrutura para criar e educar suas crianças na base da conversa, mas não pensam naqueles que podem, a partir desta, levar seus filhos ao mal caminho. No fim, terminaram todos ao bom e velho pscólogo, pais e filhos.
Não tenho que dizer deste assunto absurdo. Somente que leiam a opinião de Ricardo Couto Jr. em seu blog. O argumento dele me impressionou muito. Acredito que voces devam lê.
Link: http://rickmcj.blogspot.com/
Lei repugnante. Farça comunista.
Concordo plenamente com o comentário e o texto enviado por Edivaine e digo uma coisa: já vi muito pai sendo besta para os filhos, satisfazendo caprichos... Eu mesma fui uma criança que minha mãe tem orgulho de dizer que fui uma ótima filha pra criar... E tô procurando ser uma mãe ao mesmo tempo autoridade para minha pequena de 2 1/2 anos, mas, ao mesmo tempo, amiga, sem satisfazer seus caprichos e "frescuras". Pra final de conversa, com 02 meses eu percebi que uma criança não sofre apenas com os 03 "f" (éfes, a saber, frio, fralda e fome), mas, tem o "f" de frescura também... Uma palmadinha resolveu a parada na hora e eu pude crer que com 02 meses, minha filha já fazia birra... Pense...
Quem da nossa geração não apanhou quando pequeno?... E olha que não eram palmadinhas leve não... Sempre foi assim, os pais educavam seus filhos severamente e isso nunca matou ninguém... Pelo contrario, os filhos respeitavam os pais, e nunca deixavam de amar e admirar por causa disso. A grande maioria se tornou pessoas de bem... Hoje o que se vê, já é consequencia dessa falta de autoridade dos pais, crianças tão pequenas já autoritárias e sem limites... E em consequencia: criança sem limites se tornam adultos sem limites que acham que podem tudo sem consequencias... Que roubam, torturam, matam... sem o mínimo de compaixão pelo próximo. Recebi um texto que nos faz pesar sobre isso...
Limites!!!
“Somos a primeira geração de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de nossos progenitores... E com o esforço de abolirmos os abusos do passado... somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado... Os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e “poderosas” que nunca! Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos: A última geração de filhos que obedeceram a seus pais... E a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tivemos medo dos pais... E os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais... E os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior... Os últimos que respeitamos nossos pais... E os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical... Para o bem e para o mal. Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo... Hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem. E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim. Quer dizer: Os papéis se inverteram... Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado... Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem... Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais... A debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo... ao nos verem tão débeis e perdidos como eles. Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes. Capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão... É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os... E não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo com amor ilimitado e profundo respeito.”
Quem da nossa geração não apanhou quando pequeno?... E olha que não eram palmadinhas leve não... Sempre foi assim, os pais educavam seus filhos severamente e isso nunca matou ninguém... Pelo contrario, os filhos respeitavam os pais, e nunca deixavam de amar e admirar por causa disso. A grande maioria se tornou pessoas de bem... Hoje o que se vê, já é consequencia dessa falta de autoridade dos pais, crianças tão pequenas já autoritárias e sem limites... E em consequencia: criança sem limites se tornam adultos sem limites que acham que podem tudo sem consequencias... Que roubam, torturam, matam... sem o mínimo de compaixão pelo próximo. Recebi um texto que nos faz pesar sobre isso...
Limites!!!
“Somos a primeira geração de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de nossos progenitores... E com o esforço de abolirmos os abusos do passado... somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado... Os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e “poderosas” que nunca! Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos: A última geração de filhos que obedeceram a seus pais... E a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tivemos medo dos pais... E os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais... E os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior... Os últimos que respeitamos nossos pais... E os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical... Para o bem e para o mal. Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo... Hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem. E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim. Quer dizer: Os papéis se inverteram... Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado... Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem... Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais... A debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo... ao nos verem tão débeis e perdidos como eles. Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes. Capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão... É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os... E não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo com amor ilimitado e profundo respeito.”
Quem da nossa geração não apanhou quando pequeno?... E olha que não eram palmadinhas leve não... Sempre foi assim, os pais educavam seus filhos severamente e isso nunca matou ninguém... Pelo contrario, os filhos respeitavam os pais, e nunca deixavam de amar e admirar por causa disso. A grande maioria se tornou pessoas de bem... Hoje o que se vê, já é consequencia dessa falta de autoridade dos pais, crianças tão pequenas já autoritárias e sem limites... E em consequencia: criança sem limites se tornam adultos sem limites que acham que podem tudo sem consequencias... Que roubam, torturam, matam... sem o mínimo de compaixão pelo próximo. Recebi um texto que nos faz pesar sobre isso...
Limites!!!
“Somos a primeira geração de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de nossos progenitores... E com o esforço de abolirmos os abusos do passado... somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado... Os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e “poderosas” que nunca! Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos: A última geração de filhos que obedeceram a seus pais... E a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tivemos medo dos pais... E os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais... E os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior... Os últimos que respeitamos nossos pais... E os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical... Para o bem e para o mal. Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo... Hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem. E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim. Quer dizer: Os papéis se inverteram... Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado... Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo” a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem... Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais... A debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo... ao nos verem tão débeis e perdidos como eles. Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes. Capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão... É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os... E não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo com amor ilimitado e profundo respeito.”
Tem um ditado que diz que "pé de galinha não mata pinto".
Antes levar umas palmadas educativas, do que apanhar feio da polícia mais tarde.
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