O livro “Mommy Wars”, da americana Leslie Morgan Steiner, trata de um tema mais do que freqüente, onipresente, na vida das mães contemporâneas: as escolhas. A autora, executiva do jornal The Washington Post e mãe, reuniu os textos de vinte e seis mães-escritoras, que relatam as histórias de suas famílias, carreiras e, principalmente, das opções de vida que fizeram a partir do nascimento dos filhos. (leia mais)
Uma menininha de 6 anos - elas, sempre elas, essa inesgotável fonte de questionamentos inspiradores - acorda de manhã e pergunta à mãe:
“Mamãe, existe menina que namora menina?” Antes de responder, a mãe, sonada, pensa: “o que é isso? Com o que essa garota sonhou? De onde vem essa pergunta logo cedo? Bom, vamos lá...” (leia mais)
Educar é um prazer e um suplício. Para mães obsessivas, como são 99,9% das mães, é difícil que se passe um só dia sem que alguma complexa questão seja formulada na cachola. As questões, evidentemente, vão mudando ao longo dos anos e, com o tempo, a gente percebe que não precisaria ter se preocupado com boa parte delas (“ai meu Deus! Planejei tirar a chupeta da minha filha aos 3 anos e ela já está com 3 anos, um mês e oito dias e eu ainda não tirei!!!!”). (leia mais)
Crianças gostam de brincar. Meninas brincam de casinha e de princesas. Meninos brincam de carrinhos e de luta. Meninas são jeitosas e delicadas. Meninos são brutos e muito agitados. E, assim, vamos cultivando padrões de comportamento seculares.
É evidente que existem diferenças entre os gêneros, sejam elas biológicas, psicológicas ou sociais. E é esperado que meninos e meninas as expressem desde cedo. Mas, boa parte destes “traços” aceitos como “naturais” são criados pela cultura e não a partir das verdadeiras habilidades e gostos de cada um. (leia mais)
Sabe aquele comercial de margarina (papai + mamãe + dois filhos contentinhos), que crescemos vendo nos breaks televisivos? Aquele, que de tão freqüente e repetitivo, passou a ser usado como uma expressão: “família de comercial de margarina”? A mesma família “modelo-de-felicidade” que vemos, a todo tempo, nos comerciais de bancos, cartões de crédito, produtos de limpeza e tantos outros? Pois é, ainda faz todo sentido, sim. Segundo o IBGE, metade das famílias brasileras são compostas por pai, mãe e filhos. Mas, e a outra metade? (leia mais)
O livro “Mommy Wars”, da americana Leslie Morgan Steiner, trata de um tema mais do que freqüente, onipresente, na vida das mães contemporâneas: as escolhas.
A autora, executiva do jornal The Washington Post e mãe, reuniu os textos de vinte e seis mães-escritoras que relatam as histórias de suas famílias, carreiras e, principalmente, das opções de vida que fizeram a partir do nascimento dos filhos. (leia mais)
Você, mãe de crianças pequenas, que passou os últimos 2, 3 ou 4 anos colada aos seus rebentos. Que começou a se interessar por alimentação, por pedagogia, por roupas de puro algodão. Que declinou de convites para inúmeras festas e passou a acordar diariamente às 7 da manhã, numa luta insana contra o seu próprio, e agora atormentado, relógio biológico. Você, que deixou de fazer sexo (provavelmente por opção própria), que viu seu marido amuado pelos cantos com saudades da sua atenção, 200% voltada para aquele pequeno ser que, inexplicavelmente, saiu de dentro de você. (leia mais)