
Natalie Drew e Ashling Phillips, idealizadoras da clínica "The Gay Family Web Fertility Centre". Foto/Reprodução Gay Family Web
"Hoje há maior aceitação nesses casos.
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O casal Natalie Drew e Ashling Phillips, 36 e 32 anos respectivamente, Natalie e Ashling disseram terem sentido na pele o descaso e o preconceito quando decidiram ter um bebê, há cinco anos.
Hoje elas têm dois filhos, Gianna, de cinco anos, e Kai, de dois. Natalie gerou Gianna e Ashling engravidou de Kai. O casal afirma que o desgaste emocional e financeiro foi muito grande. Segundo as inglesas, elas foram orientadas a fazer procedimentos muito caros e desnecessários. E depois disso decidiram abrir em março deste ano a própria clinica de reprodução (The Gay Family Web) especializada em atendimento a casais do mesmo sexo.
Aqui no Brasil, a principal mudança diz respeito à permissão da utilização de útero temporário. "O casal pode solicitar que uma mulher da família, até segundo grau, ceda o ventre temporariamente", afirma o Dr. Arnaldo. Em casos como esses, mães, irmãs e primas podem gerar os bebês. "É importante lembrar que obrigatoriamente o óvulo deve ser de uma doadora anônima. A parenta somente irá gerar o feto", esclarece o especialista. O mesmo vale para casais de mulheres. O espermatozóide deve vir do banco de sêmen. A fecundação é feita in vitro, depois o óvulo fecundado é introduzido no útero da parceira que irá gerar.
"Há um caso em que a mãe de um dos rapazes aceitou muito bem a relação do filho. Ela cedeu seu útero para gerar o neto", revela Dr. Arnaldo. Utilizar o sêmen do irmão de uma das parceiras para fecundar o óvulo da outra também é um pedido comum, já que a intenção do casal é que a criança traga a carga genética das duas mulheres. Entretanto, isso é proibido. Os doares, em todos os casos, devem ser desconhecidos.
Homoafetivos podem enfrentar mais uma dificuldade após o nascimento do filho. Para registrar a criança no nome do casal é preciso autorização legal. Segundo o especialista não é comum que esta autorização seja negada nestes casos, mas é importante ressaltar mais esta diferenciação entre casais homos e heteros.
"O direito da família e o da procriação pertence a todos e é reconhecido na Declaração dos Direitos Humanos, que destaca que, além da igualdade e dignidade, o ser humano tem direito a fundar uma família. O que deve ser feito? O que é certo ou errado? Isso não cabe a mim dizer. É tempo de reflexão", finaliza o especialista.
Por Bianca de Souza (MBPress)
coração colorido
PARABENS É MAIS UM CANAL DE LUTA PELA IGUALDADE, TEMOS QUE VENCER A INTOLERÂNCIA O PRECONCEITO E A HOMOFOBIA, CONTE SEMPRE COM O CORAÇÃO COLORIDO E ESTOU FELIZ PELA INICIATIVA, QUE OUTRAS MÃES POSSAM SEGUIR ESSE EXEMPLO.
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Denise silva
Eu sou a favor da gravidez de substituição pois acho que ser pai e mãe indepente da opçao sexual da pessoa e teria coragem de ceder meu útero para alguem que não pudesse gerar um filho.
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Marilena
Eu apoio,porque as pessoas com opções diferentes ñ podem ter seus próprios filhos,eu acredito que ñ só possam, como devem apartir do momento que se tem uma relação estavel,o maior sonho é se ter uma família,desde que se tenha amor e condições,por que ñ.
responder ao comentárioThanks guys, I just about lost it loonikg for this.
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