Muita gente confunde moda com estilo. E também não percebe que a questão não é estar na moda, mas sentir-se bem.
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Estilo não se compra como a moda, é adquirido através dos anos. Jamais copie o estilo de alguém. É muito importante cada pessoa encontrar o seu próprio.
Essencial é o autoconhecimento - Eleja uma - ou mais - características (não necessariamente) em você que lhe agradam e procure valorizá-la sempre. Acrescente a isso um ou dois itens como determinada cor ou acessório e torne-os obrigatórios em sua forma de vestir-se no dia a dia.
Espelho, espelho meu... Uma vez produzido (a) faça o teste do espelho e do sofá. Se você gostar do que viu no espelho vá em frente e sente-se no sofá: se estiver confortável e você sentir-se bem, está no caminho certo.
Sempre que tiver dúvidas, procure enxergar-se através dos olhos dos outros. E pergunte. De preferência peça a opinião de alguém da família ou um super amigo (a) que lhe conheça bem e fale a verdade !
Sem tampar o sol com a peneira - o essencial de uma pessoa que tem estilo é ser fiel a si mesma. É justamente por ter estilo que ela(e) assume tudo. Até mesmo os seus pontos fracos. Faça dos seus pontos fracos, seu charme - não tente disfarçá-los.
Acessórios são importantes - principalmente se você for do tipo minimalista básico. Se a sua preferência é por calça jeans rasgada ou camiseta branca lisa, os detalhes farão a diferença entre a elegância casual e um visual desleixado: use sapatos sempre bons e atenção na escolha das bolsas - que pode até ser uma por estação e não variar muito uma vez que será bonita e de boa qualidade.
Para adotar o monocromático - todo cuidado é pouco. Se usar tudo preto pode abatê-la e o branco total remete para as festas de final do ano. Não se esqueça que o estilo é uma espécie de marca registrada, e quem o adota, deve ser fiel a ele por muito tempo. Mais seguro é entender quais os tons que enfeitam e valorizam suas cores e transitar entre eles.
Pouco a pouco - é preciso tempo e autoconhecimento para criar e aprimorar o seu estilo. E você não é obrigado(a) a adotar um estilo marcante. Essa pode ser a sua marca: uma pessoa de personalidade suave que se adapta ao momento e a moda com facilidade.
Jornalista, escritora e palestrante, Claudia Matarazzo é autora de vários livros sobre etiqueta e comportamento: “Visual, uma questão pessoal”, “Negócios Negócios - Etiqueta faz parte”, “Amante Elegante - Um Guia de Etiqueta a Dois”, "Casamento sem Frescura", "net.com.classe", "Beleza 10", "Case e Arrase - um guia para seu grande dia", "Gafe não é Pecado" e "Etiqueta sem Frescura"
andre boelter ribeiro
postado:
08/08/2009 - 12h22
Falar em moda e estilo, lembrou-me de meu professor de espanhol: A mão pode se vestir de luva continuará mão. Acredito que é assim, quanto a moda e estilo. Lembro-me que antigamente, em festas do interior, as pessoas compravam roupas novas somente para ir a festa (e ainda persiste tal prática em alguns lugares). Via-se nessas circusntâncias as marcas das dobraduras das prateleiras. Poderiam estar na moda, mas faltava-lhe algo mais, talvez a essencia: um estilo, eram pessoas de personalidade não somente suave, mas desbotada e sem vida, que não se adaptavam ao momento e a moda com facilidade.
O espelho é um forte instrumento para o autoconhecimento e para mudanças de atitudes. Mas é possivel mudar as atitudes? Em quanto tempo? Como mudar de atitude em um ambiente totalmente desfavorável?
Ficam essas questões.
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Tenho 35 anos, 2 filhos, mãe em tempo integral, por isso a necessidade de estar sempre bem vestida e confortável, porque levo a escola, e a outras atividades, sou magra e alta, mas muitas vezes acho que algumas coisas não combinam comigo. Quando saio para comprar alguma roupa ou sapato, é difícil me encantar por algo, ando, ando e nada, volto para casa frustrada por não encontrar o desejava.
Não gosto muito da moda de hoje, com estes jeans de cintura baixa, (ainda bem que parece que isto está acabando) agora estes shorts cutinhos, como é difícil se vestir bem hoje me dia. Assim sem opção, fico no básico, mas estou cansada disso também!
Beijos...
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Sempre briguei com minha mãe sobre isso. Eu sempre quis manter meu estilo, ou o que eu acho que seja ele, e minha mãe sempre nos mostrando o que está na moda. Finalmente aprendemos a dosar as duas coisas. Uso muita saia, nunca abaixo do joelho, muito vestido tipo tubinho e muita camisa (devo ter umas vinte!). Essas peças combinam com meu tipo físico. Sou gordinha, baixinha, mas numa espécie de violão. Sempre roupas estruturadas, cinturadas e com decote, pois tenho seios grandes. Hoje, consigo adaptar as peças ao que está na moda, como os tecidos e padronagens, por exemplo, ou ainda comprando acessórios que estejam em alta, combinando com as peças que mais uso. Realmente é uma questão de paciência e auto-conhecimento, além de autoconfiança.
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