Não estamos na Idade Média. Não há castelos, não há cavaleiros, nem carruagens. Tudo se passa em uma linda praia. Praia de areia branca e fofa, mar verde e muitos peixes. Ali, o céu é bem azul de dia e muito, muito estrelado à noite. Encantos e feitiços, há aos montes. Príncipes e princesas, também. Todos aprendendo a lidar com hormônios esquisitos que começam a inundar seus cérebros bem confusos. (leia mais)
O nome da nossa entrevistada é Ana Lígia. Tem 41 anos, é arquiteta e mãe de duas meninas. Está separada há um ano e meio. Não iremos descrever sua extenuante rotina de mãe, profissional, dona-de-casa, solteira, amiga, filha, paciente, neo-baladeira etc., porque já dá pra imaginar. O resumo do resumo: não dá tempo! (leia mais)
Em meio às minhas pesquisas sobre as representações da mulher na mídia, me deparo, com certa freqüência, a uma tal de Nova Mulher. É, mais ou menos, na década de 1990, que surge esta noção, um tanto abstrata, de que, com a chegada do novo século, estaria nascendo este Ser, esta Entidade, este Algo Novo. Mas, na vida real, alguém já cruzou com este mito? Na mídia, sua apresentação é, com freqüência, precedida de algo do tipo “enfim…”, cuja função é nos dizer que agora é pra valer: esta é a mulher que “está usando”. (leia mais)
As mulheres estão dormindo mal. Segundo pesquisa realizada pela entidade americana National Sleep Foundation, mulheres de todas as idades apresentam problemas para dormir.
67% das entrevistadas declaram que têm uma boa noite de sono apenas poucas vezes por semana. Entre as mães, a situação é ainda pior: 74% dizem ter insônia com muita freqüência. (leia mais)
Uma pesquisa feita pela empresa de consultoria americana Ketchum, com mulheres de 25 a 54 anos, concluiu que sucesso, para elas, é um conceito fortemente associado a bem-estar.
No entanto, menos da metade das entrevistadas considera que dedica suficiente esforço na busca de uma vida mais abundante em “wellness”. Mas, bem que elas tentam. Declaram se interessar muito pelo assunto: lêem bastante a respeito (69%) e sempre encontram tempo para fazer pesquisas sobre saúde e nutrição (71%), por exemplo. Só ainda não chegaram lá. (leia mais)
Há alguns anos, li o romance “Ser Feliz”, do escritor Will Ferguson (Companhia das Letras, 2003), cuja narrativa é, ao mesmo tempo, irônica e angustiante, engraçada e melancólica.
O livro trata de questões essenciais à nossa época, e tem tudo a ver com o universo feminino, já que, como sabemos, as mulheres bem que gostam de uma “receita de felicidade”. (leia mais)
Caminhando, outro dia, por um parque paulistano, passei por duas moças islâmicas, ambas cobertas, dos pés à cabeça, com suas abayas. A sensação que aquela visão provoca em nossos corações ocidentais, inundados de “liberdade”, é quase sempre relacionada a sentimentos de pena, compaixão ou até revolta com a condição daquelas mulheres, tão oprimidas. (leia mais)