Desde os seguros mais comuns: carro, habitação, saúde, responsabilidade civil, de vida, até os mais específicos ou inusitados: agrícola, de acidentes, de animais, de viagem, de colheita etc. Optar ou não por um seguro vai depender da necessidade e da exposição a riscos.
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Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), a projeção é de aumento de 12,1% em relação ao ano de 2010. A estimativa das seguradoras é de atingir R$ 201 bilhões de faturamento este ano.
Ainda de acordo com a confederação, os segmentos mais prósperos são o rural, com 20% de expectativa de crescimento, habitacional (18%), riscos especiais (15%), vida e acidentes (15%), automóvel (11%) e responsabilidades, com 10%.
Para a CNSeg, um dos fatores que auxilia o aumento do faturamento das seguradoras é a expansão de seguros populares, a maior conscientização da importância e a criação de novas modalidades para atender as classes C e D e as micro e pequenas empresas. Além disso, é previsto o crescimento do setor para atender as obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo e das Olimpíadas.
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